Arautos d'El-Rei | Manifestações contra a perseguição religiosa muçulmana
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Manifestação contra perseguição religiosa

Manifestações contra a perseguição religiosa muçulmana

Católicos reclamam o seu direito à liberdade religiosa e protestam contra a intolerância islâmica

Na sequência do massacre ocorrido a 31 de Outubro de 2010 na catedral siríaco-católica de Bagdad, realizaram-se manifestações em várias capitais europeias para protestar contra a violência exercida pelos muçulmanos contra os cristãos no Iraque, no Paquistão e noutros países islâmicos.

Em Bruxelas, 4 a 5 mil pessoas participaram de uma manifestação de solidariedade aos católicos iraquianos no chuvoso e frio sábado, dia 13 de Novembro.
Suleyman Gultekin, membro da União Siríaca-Européia, que organizou essa marcha, [foto] disse que os manifestantes queriam “ser ouvidos pela comunidade europeia” e demonstrar como os cristãos no Iraque estão a ser “atacados de forma sistemática”.
A manifestação contou com a participação de membros da Hierarquia católica oriental, cidadãos de vários países europeus, além de iraquianos, libaneses, sírios e jordanianos. Slogans em aramaico (língua falada por Nosso Senhor) foram ouvidos durante todo o desfile. Bandeiras e cartazes em francês, inglês, alemão e árabe assinalaram as reivindicações dos caldeus: “O direito de viver na nossa própria casa”, “Somos cristãos “, “Acabem com os massacres “, “Cessem o genocídio”.
Nesse mesmo dia houve um protesto semelhante no centro de Viena, com a participação de mais de 3000 pessoas. No domingo, 14 de Novembro, foi a vez de Paris, onde se juntaram cinco mil pessoas. Com o mesmo propósito, houve também significativas manifestações em Lyon (França) e Estocolmo (Suécia) .
Os cristão iraquianos, legítimos representantes do antigo povo assírio, há muitos séculos vivem sob a opressão islâmica e ainda hoje pagam um imposto de sangue para viver nas suas terras ancestrais. Mas como “o sangue dos mártires é semente de novos cristãos”, conforme afirmou Tertuliano, as reacções vão surgindo e mostrando que os católicos estão gradualmente a despertar e a sair da inércia que tanta humilhação lhes tem custado.
Recorde-se que o massacre da catedral de Bagdad foi cometido por terroristas muçulmanos, causando 58 mortos e dezenas de feridos entre os fiéis católicos que assistiam à missa.



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