Arautos d'El-Rei | Estado “democrático” recorre à intimidação para sacar dinheiro aos contribuintes devedores…
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Estado “democrático” recorre à intimidação para sacar dinheiro aos contribuintes devedores…

É do conhecimento geral a cumplicidade existente entre o Estado e a Banca no que toca a numerosas fraudes, prejuízos financeiros, desaparecimento de dinheiros públicos e mau uso dos impostos pagos pelos contribuintes. Por exemplo, o caso BPN, ocorrido em 2011, representou para o Estado Português um custo de 3200 milhões de Euros e no final de 2012, o total parcial de prejuízos causados, a serem pagos pelo Estado Português, ascendia a 7 mil milhões de euros. Directa ou indirectamente este prejuízo astronómico recaiu sobre os cidadãos contribuintes, o que não impediu o aparecimento de novos escândalos bem conhecidos como o do BANIF, da CGD do BES, do Novo Banco, etc.

Portanto, o Estado deve muito dinheiro a cada cidadão português. Mas não paga. Em vez disso, cobra e cobra cada vez mais, seja pelo agravamento dos impostos, seja pelo aumento contínuo de bens de consumo. E em relação aos contribuintes que devem dinheiro, não dá margem para negociação. Ou seja, os contribuintes têm que ser benevolentes com a dívida do Estado, mas o Estado é implacável com os contribuintes quando estes lhe devem algum dinheiro, por muito pouco que seja.

No seguimento dessa política “democrática” de cobrar dívidas aos cidadãos, antes de cumprir a obrigação de pagar primeiro o que deve, o Estado — através da Autoridade Tributária — passou a recorrer à intimidação, usando a GNR para uma operação stop que obrigou os condutores a pagar sob pena de ficarem com os seus veículos penhorados.

É mais ou menos o método de “caça” usado pelas ditaduras comunistas ou nazistas, excepto pelo facto de neste caso se processar com muito mais “perfeição” e requinte, graças à tecnologia que instantaneamente permite cruzar a matrícula do veículo com o número de contribuinte do condutor.

Aqui está mais um exemplo do conceito de “democracia” e “liberdade” que os comunistas e socialistas aplicam à sua “governação”.

Esta operação de intimidação e abuso do poder já foi cancelada por ter repercutido muito mal na opinião pública, com duras críticas nas redes sociais. Mas vai repetir-se no futuro, não nos iludamos.  O comunismo e o socialismo (sempre de mãos dadas) não prescindem deste tipo de acções de intimidação para se manterem no poder. A menos que haja forte rejeição na opinião pública…

 

 



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