Arautos d'El-Rei | A “republicanização” da nacionalidade portuguesa
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Praça "da República" - Chaves

A “republicanização” da nacionalidade portuguesa

Dando-se conta da sua própria fraqueza e da sua efemeridade, a República engendrou várias maneiras de se afirmar e perpetuar.
Uma delas é a bem conhecida cláusula constitucional que “democraticamente” proíbe a alteração da forma republicana de governo (Artigo 288 da actual Constituição).
Outra maneira consiste em disseminar por toda a parte o nome “República”, omitindo em numerosos casos o nome de Portugal: “Presidente da República”, “Assembleia da República”, “Procurador-Geral da República”, “Museu da Presidência da República”, “Praça da República”, “Avenida da República”…
Nas instituições e nos cargos do Estado, nos municípios, nos lugares públicos, etc., são efectivamente incontáveis os nomes que omitem “PORTUGAL” e que referem apenas a “República”, como se esta fosse o nome do nosso País…

De república nada tem esta emblemática praça de Chaves, onde tudo evoca os tempos da Monarquia, desde a antiquíssima Igreja Matriz até à Torre de Menagem do castelo medieval, passando pelo Pelourinho que exibe as Armas do Reino e que assinala o novo foral concedido por D. Manuel I. No entanto, foi “Praça da República” o nome que lhe deram os políticos subidos ao Poder pelo golpe de 1910 e pelo regicídio de 1908…



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