Arautos d'El-Rei | Onde há florestas há Reis…
844
post-template-default,single,single-post,postid-844,single-format-standard,ajax_fade,page_not_loaded,,qode-title-hidden,vss_responsive_adv,qode-content-sidebar-responsive,qode-theme-ver-10.1.1,wpb-js-composer js-comp-ver-5.0.1,vc_responsive
Tapada Real de Mafra

Onde há florestas há Reis…

Plantar uma árvore – observou com propriedade José María Pemán – é uma função majestosa e serena que denuncia um sentido de continuidade e confiança no futuro. Se o Rei não colhe os frutos, o Príncipe os colherá. Por isso onde há bosques é sinal de que houve Reis: Fontainebleau, Rambouillet, La Granja, Aranjuez. Os Reis plantam árvores porque contam com o Tempo. Pelo contrário, os Presidentes não podem ter a tentação de plantar, no exercício do seu modesto e efémero mandato, mais do que uns quantos arbustos ou melhor, sendo possível, um canteiro de legumes”. (José María Pemán, “Cartas a um céptico sobre as formas de Governo”, Edições Gama, Porto, 1941, págs. 44-45).

Onde há bosques é sinal que houve Reis” – A Tapada Real de Mafra (fotos) foi criada em 1747 por iniciativa de El-Rei D. João V. Contígua ao Palácio Real de Mafra, tinha como objectivo criar uma zona de lazer e caça, o que ainda hoje se verifica com notável proveito para a região. A caça é naturalmente muito controlada, sendo apenas autorizada em casos especiais, quando há necessidade de manter o equilíbrio cinegético. O lazer conta com instalações de turismo rural, espaços para a realização de diversos tipos de eventos, trilhos para percursos pedestres ou BTT e visitas guiadas para observação da fauna e da flora, uma e outra muito ricas e variadas.