Arautos d'El-Rei | O paradoxo muçulmano
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O paradoxo muçulmano

Os muçulmanos tentam trazer para a Europa e para a América o seu sistema de vida falido e querem arruinar os países que os acolhem da mesma forma que destruíram os países que abandonaram.

Muitos leitores já devem conhecer as considerações que abaixo transcrevemos, pois têm sido frequentemente veiculadas na Internet, tanto em mensagens de correio electrónico como em apresentações de Power Point. Como são bem acertadas e verdadeiras, achámos por bem reproduzi-las também aqui no nosso Site, juntando-nos assim àqueles que têm tido a lucidez e o bom senso de denunciar uma situação que está a colocar em perigo a existência do Mundo Cristão Ocidental.

Onde é que os muçulmanos NÃO estão felizes?
Eles não estão felizes em Gaza.
Eles não estão felizes na Cisjordânia.
Eles não estão felizes em Jerusalém.

Eles não estão felizes em Israel.
Eles não estão felizes no Egipto.
Eles não estão felizes na Líbia.
Eles não estão felizes na Argélia.
Eles não estão felizes em Tunísia.
Eles não estão felizes em Marrocos.

Eles não estão felizes no Iémen.
Eles não estão felizes no Iraque.
Eles não estão felizes no Afeganistão.
Eles não estão felizes na Síria.
Eles não estão felizes no Líbano.
Eles não estão felizes no Sudão.
Eles não estão felizes na Jordânia.
Eles não estão felizes no Irão.

Onde é que os muçulmanos ESTÃO felizes?
Eles estão felizes na Inglaterra.
Eles estão felizes  na França.
Eles estão felizes na Itália.
Eles estão felizes na Alemanha.
Eles estão felizes na Suécia.
Eles estão felizes na Holanda.
Eles estão felizes na Dinamarca.
Eles estão felizes na Bélgica.
Eles estão felizes na Noruega.
Eles estão felizes em U.S.A.
Eles estão felizes no Canadá.
Eles estão felizes na Romenia.
Eles estão felizes na Hungria.
Eles estão felizes na Austrália.
Eles estão felizes na Nova Zelândia.

Ou seja, eles estão felizes em qualquer país do mundo que não esteja sob um governo muçulmano.

E quem é que eles culpam?
Não o Islão
Não os governos deles.
Não a si mesmos.

Culpam os países onde estão a viver livremente e bem.

A democracia é realmente boa para eles:

Numa democracia eles podem viver confortavelmente, aproveitar a alta qualidade de vida que eles não construíram e para a qual nem sequer trabalharam.

Podem manter os seus costumes, desobedecer às nossas leis, explorar os serviços sociais, fazer paródia da nossa religião, dos nossos costumes, da nossa ordem civil ou dos nossos tribunais.

Geralmente, mordem a mão que os alimenta.

A questão é contraditória e paradoxal:

Eles tentam trazer para a Europa e para a América o seu sistema de vida falido e querem arruinar os países que os acolhem da mesma forma que destruíram os países que abandonaram. Certamente não é para terem um futuro melhor. Não será então para invadirem “pacificamente” as nossas Nações, para minarem e destruírem a nossa cultura e as nossas tradições cristãs?…