Arautos d'El-Rei | Le Terrorisme Intelectuel – de 1945 à nos jours
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Le Terrorisme Intelectuel – de 1945 à nos jours

Diz-se que a França é o país da liberdade, mas tal afirmação ainda precisa de ser demonstrada no domínio das ideias. De facto, tanto no campo da política, como da cultura ou da comunicação social, tudo se passa como se a verdade fosse detida apenas por uma pequena minoria.
Em 1950, as elites políticas e intelectuais exaltaram Stalin. Em 1960 garantiram que a descolonização levaria a felicidade aos territórios de além-mar. Em 1968 acharam que era “proibido proibir” e que a liberdade não deveria ter limites. Em 1975 saudaram a vitória do comunismo na Indochina. Em 1985 disseram que a França tinha o dever de acolher os refugiados ou os desfavorecidos de qualquer parte do mundo. Nos anos 90 começaram a dizer que o tempo das nações, das famílias e das religiões tinha terminado.
Ao longo de cinquenta anos, as pessoas que não se deixaram levar por este discurso foram desacreditadas e os factos que provavam a perfídia e a falsidade desta visão esquerdista foram ocultados e silenciados.
Chama-se a isto terrorismo intelectual e assim chegou a França, a Europa e todo o Mundo Ocidental à agonia do presente, com todas as nações praticamente subjugadas a governos de orientação socialista, totalitária, atéia e confiscatória, e regidas por leis contrárias à Religião, à Lei Natural, à liberdade, à família e à propriedade privada…

Chronique, 21 août 2004:
“Le terrorisme intellectuel” de Jean Sévillia raconte les aléas de la pensée française de la Libération à nos jours, des grandes heures du stalinisme aux contemporains French Doctors. C’est un livre soigneusement documenté, qui analyse avec assez de justesse l’impact des événements historiques sur une infime partie de la population détenant la totalité des médias, des maisons d’édition et des ministères à vocation culturelle, comme l’Education Nationale et la Culture. L’action de cette minorité stalino-gauchiste (selon les périodes) a consisté à empêcher ou à stériliser tout débat intellectuel de qualité et à transformer la presse et l’édition en relais d’une pensée unique qui évolue avec le temps, mais dont la domination ne se dément jamais. Il ressort de ce livre utile que la France, culturellement, n’est qu’une démocratie populaire de plus, sans chars ni armée d’occupation étrangère: une tyrannie librement consentie. Une thèse que les “affaires”, les lynchages médiatiques et autres, rendent actuelle et digne d’être étudiée.”
Henri Bès “Shaul”
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Autor: Jean Sévillia
Editora: Libraire Académique Perrin
Paris, 2000
301 págs.
ISBN: 2-262-02176-7